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sábado, 13 de junho de 2015
Game of Thrones: The Musical
Depois do sketch do George Clooney na Downton Abbey, os Cold Play juntam-se ao elenco do Game of Thrones para o Red Nose Day.
Muito bom :-)
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quarta-feira, 5 de novembro de 2014
A loucura do Game of Thrones
Quando ouvi falar a primeira vez achei que não seria o meu género, afinal não sou dada a fantasias e não gostei do Senhor dos Anéis (nada a ver!!)... A primeira temporada passou, com muito boas críticas mas eu não vi....
Quando começou a segunda temporada, o Homer estava todo excitado e convenceu-me a ver. Gostei! Vi todos os episódios de seguida (1ª e 2ª temporadas) e fiquei presa à história, às intrigas, aos personagens. Achei a sombra que mata o Renly um bocado demais mas afinal já tinha aceite a presença dos dragões por isso....
Terceira temporada... Red Wedding... boquiaberta... OMG isto promete!!!
Quarta temporada, cada episódio, nova reviravolta! Eh pá isto está a ficar cada vez melhor! Raio do Joffrey que nunca mais morre, olha morreu!... Ai o anão que vai preso, ai o Mountain que está a levar a tareia que merece, ai caraças que o cérebro do príncipe explodiu! Olha, o velho que levou um tiro de besta na sanita!!!
A série acaba e em conversa o D. conta-me que ficou completamente apaixonado pelos livros. Ele que adormece de cada vez que pega num livro (como é possível??!!) leu todos os livros num ápice (velocidade de não-leitor, claro!) e garante que são muito bons. Ainda por cima, o J. já me tinha arranjado os primeiro 4 e-books gratuitos...
Bom, devorei (metade do tempo de D. ;-p) os 5 livros, 7 volumes, e posso dizer que adorei :D Mal posso esperar pelo novo livro!!!
A série é feita para o público americano por isso é condensada, muitas coisas são alteradas e inventadas, tais como as cenas de sexo da primeira temporada, a homossexualidade do Renly, a meretriz Rose, etc. Tudo para ter mais impacto visual! Os livros são escritos na voz dos mais diversos personagens, o que nos faz ver os mesmos eventos através de diferentes perspectivas e conhecer a fundo a complexidade de todos os envolvidos neste jogo pelo poder.
As intrigas e a estratégia são o mais cativante, na minha opinião. E há todo um mundo que não nos é dito e que leva às mais diversas teorias. Quem é a mãe do John Snow? Será que o anão afinal tem sangue de dragão? Até onde vão os poderes do pequeno Bran?
As surpresas são tantas, tantas! À medida que ia lendo os livros e afastando-me dos eventos retratados na série sentia-me que cada vez mais presa à história. Houve momentos em que tive de pegar no telemóvel e enviar mensagens ao D. sobre as revelações que ia descobrindo. Até raptei momentaneamente o L., durante um jantar em Lisboa, para falar acerca dos livros e de todas aquelas coisas que os presentes que apenas vêem a série não sabem...
A Anita dizia-me, e com razão, que quem não leu/lê os livros e apenas conhece a história retratada na série não sente estar a perder nada. Claro que faz todo o sentido mas depois de ser ler os livros não mais se olhará para a série da mesma maneira! É que os livros são mesmo mesmo muito bons :D
segunda-feira, 19 de maio de 2014
The Following
Sempre me interessei por psicologia e pelo comportamento humano. Nunca pensei em estudar psicologia, embora por inúmeras vezes me tenham dito que talvez fosse um percurso que devesse percorrer, mas interesso-me por pessoas e gosto de perceber porque agem de determinada maneira.
Talvez também por isso goste de ver séries policiais, em especial o Criminal Minds em que uma equipa do FBI se dedica a estudar o comportamento de criminosos e dessa forma prever os seus próximos passos para os apanhar.
Sabendo disso, o Homer convenceu-me a ver o The Following. O elenco prometia e de facto a série está muitíssimo bem feita. Mas é muito perturbadora...
É a história de um serial killer que cria um culto de fãs que o idolatram e estão dispostos a tudo por ele. Cada personagem é mais doentio que o outro e se na primeira temporada houve episódios que mexeram comigo, na segunda temporada nem sei como consegui dormir depois de cada episódio. A maior parte de nós somos felizardos, e nunca nos cruzamos com indivíduos com tamanhas perturbações ao longo da vida, mas o pior é saber que fora do ecrã e da ficção eles existem e são capazes de actos impensáveis e indescritíveis.
Contudo, o facto de mexer tanto comigo é apenas a prova de que os actores desempenham os seus papéis brilhantemente. O Kevin Bacon está muito bem mas o James Purefoy faz-nos admirar o mau da fita ao mesmo tempo que o repudiamos...
Se tiverem coragem, vejam! Vale a pena!
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
The Bible

Depois de saber pelo facebook que o Diogo Morgado andou a fazer de Jesus e que tinha sido convidado para ir ao programa da Oprah (a loucura!, como se esse fosse o verdadeiro reconhecimento de talento!), fiquei com vontade de ver a mini-série que passou aqui na tv australiana.
Durante umas semanas dediquei as minhas terças à noite a ver retratadas as estórias que muitas vezes ouvi e/ou vi em filmes durante a Páscoa. Não me pareceu que a série fosse de todo revolucionária ou acrescentasse algo de novo, tal como fariam acreditar as críticas. Gostei da qualidade da fotografia e imagem, gostei que os actores não fossem as caras conhecidas de Hollywood e, sim, gostei do nosso Diogo no papel de Jesus. Fisicamente, foi muito bem escolhido pois precisa de muito pouco para se parecer à imagem que a igreja nos impingiu de Cristo (convenhamos que um homem daquela época e daquela zona do planeta Terra não poderia ser louro de olhos azuis!), a interpretação foi fiel ao estilo do argumento e a sua entoação em inglês perfeito surpreendeu-me pela positiva.
Ora eu, como a grande maioria dos portugueses, fui criada na cultura católica mas há muito que isso não me diz nada. Os meus pais não são presenças frequentes na missa, tendo a sua fé e vivendo a sua vida ao seu modo e de acordo com os seus valores. Quando andava na escola primária havia muitos meninos que andavam na catequese e eu pedi à minha mãe para ir. Ela, claro, que disse que sim e tratou de me inscrever. Apesar da minha tenra idade (9 aninhos) eu levei a experiência muito a sério. Estudava e lia tudo o que me ensinava e recomendavam, ia à missa todos os Domingos de manhã, sozinha! (pois os meus pais não costumam ir...) e lá fiz a primeira comunhão, com direito a festinha em casa e tudo!
Depois de algum tempo naquelas andanças, disse à minha mãe que não queria ir mais pois tudo o que tinha aprendido não fazia sentido e não estava de acordo com os comportamentos que via à minha volta. Novamente, a minha mãe deu-me livre escolha e disse que eu não teria de voltar. E não voltei até hoje...
Enquanto adulta, já me debrucei muitas vezes sobre o assunto e pessoalmente a religião não é para mim. Mesmo "estudando" outras religiões, em que na maior parte das vezes os princípios base acabam por ser semelhantes, não consigo sentir aquilo a que chamam de fé. Por vezes penso que talvez a minha vida até seja mais vazia por isso mas...
Sou contudo uma pessoa espiritual. Acredito que somos mais do que um corpo e que temos potencial para irmos mais além. Acredito que os seres humanos têm diferentes estados de evolução e acredito que homens de carne e osso, iguais a mim, podem atingir estádios de iluminação, o que não faz deles santos, nem profetas, nem "filhos de Deus". Tento guiar a minha vida pelo bem, pelo amor, pela gratidão, pela compaixão.
Respeito quem tem outras crenças e quem pratica uma religião, seja ela qual for. Vou à igreja como convidada em casamentos e baptizados ou para me despedir de alguém no seu velório. Sento-me nas filas de trás e embora saiba rezar opto pelo silêncio pois sinto que seria hipócrita da minha parte dizer as palavras da boca para fora, sem qualquer sentimento.
Quando alguém espirra digo "saúde" e não "santinho/a" mas saem-me intuitivamente expressões idiomáticas como "Valha-me Deus", "Por amor de Deus", apenas por hábito ;-)
A minha mãe, mulher sábia!, sempre me ensinou que não se discute política, futebol e religião! Segundo ela, cada um tem a sua opinião e susceptibilidades e é muito fácil as pessoas ficarem ofendidas e até zangadas aos expressarmos uma opinião diferente. Sempre me regi por esta máxima e até agora não me dei mal. Hoje apeteceu-me escrever sobre isto pois a série trouxe ao de cima estes pensamentos/sentimentos que são meus e valem apenas por isso mesmo.
Ressalva: não é minha intenção ofender ninguém nem nenhuma religião. Lamento se alguém se sentir de algum modo incomodado com alguma opinião aqui expressa e peço que carreguem na cruz vermelha no canto superior direito e voltem outro dia, se quiserem, quando por aqui se fale de comida, da vida de emigrante na Austrália, de livros, etc.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Fringe
A 5ª temporada do Fringe não estava a prender-me como de costume. O universo dominado pelos observers e a luta da resistência estava a mexer-me com os nervos... Contudo, insisti em continuar a ver os episódios pois esperava que melhorasse. E melhorou :-)
O pior foi que quando melhorou e voltou a prender-me ao ecrã.... acabou......
Não foi a minha temporada favorita mas fiquei com pena que tivesse terminado. Esta foi uma série que me surpreendeu bastante e que me manteve ansiosa pelos próximos episódios a cada semana.
E já só faltam dois meses para o regresso do "Game of Thrones", yeah!!!
O pior foi que quando melhorou e voltou a prender-me ao ecrã.... acabou......
Não foi a minha temporada favorita mas fiquei com pena que tivesse terminado. Esta foi uma série que me surpreendeu bastante e que me manteve ansiosa pelos próximos episódios a cada semana.
E já só faltam dois meses para o regresso do "Game of Thrones", yeah!!!
domingo, 3 de abril de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
The Big C
Só há pouco descobri esta série. E fiquei desde logo presa à sua história. Nos dias que correm, infelizmente, são poucas as famílias que ainda não foram afectadas por esta terrível doença. E a forma como toda a problemática do cancro é abordada ao longo da série demonstra, a meu ver, uma grande sensibilidade.
O humor é subtil, sem chocar ou menosprezar a dor. O sofrimento é sentido na medida certa sem se tornar pesado e angustiante. A reflexão e avaliação daquilo que se viveu e daquilo que ainda se quer concretizar antes de partir faz-nos pensar nas nossas próprias opções. Finalmente, a vontade de viver e a esperança dão-nos alento para tentar aceitar as partidas que a vida nos vai pregando.
Pessoalmente, já vi partir alguns familiares vítimas deste terrível "Big C" e já vivi a destruição que ele deixa à sua volta. Talvez por essas experiências considere que enterrar a cabeça na areia como as avestruzes não traz qualquer benefício e talvez também por isso tenha apreciado a leve brisa de positivismo que cada episódio nos traz.
A grande lição que eu aprendi é que devemos tirar o maior partido das nossas circunstâncias e aproveitar tudo o que de bom temos nas nossas vidas. Porque num instante tudo muda...
Carpe Diem
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Humor em português
O sentido de humor dos holandeses é, na generalidade, ..., à falta de melhor palavra, .... estúpido! Quando os meus colegas fazem alguma piada eu, que sou uma pessoa muito brincalhona, nem sou capaz de soltar uma gargalhada. Por isso, sinto sempre muitas saudades do nosso sentido de humor e dos nossos humoristas. Viciada no "youtube" ando sempre a ver e rever os Gato Fedorento, Os Contemporâneos e outros tantos.
E agora que o Herman José voltou ao seu old self, aquele Herman que marcou a minha adolescência, não perco um episódio do Herman 2010 ou do Lado B com o Bruno Nogueira. E deixo-me de sentir alien pois compreendo o sentido das suas piadas e divirto-me imenso durante 50 minutos de cada vez :)
Gosto de rever o Herman na sua velha postura e adorei ver a entrevista que deu à Judite de Sousa onde assumiu os erros e excessos da SIC. Aqui vos deixo um cheirinho:
A minha avó dizia sempre que rir dá saúde e talvez por isso ela tenha vivido até aos 94 anos. Eu quero seguir-lhe as passadas e rir é, sem dúvida, o melhor remédio!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
"Every day above ground is a good one"
Tantos me falavam desta série... Duas amigas afirmavam ser a sua favorita de todos os tempos... E o género Comedy/Drama elevou a minha curiosidade... Vi as cinco temporadas quase de enfiada! Emaranhei-me nos conflitos de cada uma das personagens, nos seus desequilíbrios e nas suas relações disfuncionais. Sempre sem perceber muito bem se gostava ou não da série. Mas a verdade é que não me era indiferente...
No final, veio o resposta. Emocionei-me, chorei como uma Madalena arrependida e senti que cada uma destas personagens me tinham, de alguma forma, tocado. O último episódio foi o melhor último episódio das diferentes séries que já vi! Onde tudo se encaixou, onde tudo se tornou real, onde tudo foi acabando aos poucos...
PS - Quando eu vivia nos EUA, o meu avô paterno faleceu. A agência funerária era tal e qual a "Fisher & Sons". A família vivia no piso de cima da casa e no piso de baixo havia mais do que uma sala para os velórios. Os corpos eram também embalsamados e maquilhados. Sem tirar nem pôr!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Six Degrees
A teoria consiste na ideia de que estamos separados apenas por seis graus de qualquer outra pessoa no planeta. Assim sendo, estamos todos interligados e podemos influenciar grandemente a vida daqueles que não conhecemos sem nunca tomarmos consciência disso.

A série, essa, é de 2006 e conta a história das mais diversas personagens na cidade de Nova Iorque. A vida retratada numa teia de encontros, desencontros e golpes de sorte.
Infelizmente, foi descontinuada... Mas a primeira temporada vale bem a pena :)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
"What did you see?"

Eis como se passa um Domingo deprimente, cheio de chuva e vento... Flash Forward, mais uma série de eleição!
V., obrigada pela dica ;-p
domingo, 8 de novembro de 2009
The Visitors are back!
Lembram-se da mini série V - Batalha Final?! Uns lagartos extraterrestres que se faziam passar por humanos e que queriam dominar a Terra. Eu não via muita televisão quando era pequena (demasiado irrequieta para me sentar sossegada em frente a um ecrã!) mas lembro-me que na altura todas as minhas amigas e colegas da escola andavam ao rubro com esta série. Por isso, acabei também por seguir a série, se bem que já não me lembro de muitos detalhes...
E não é que eles estão de volta?! Um remake que fez o Homer salivar ;-p
Já vimos o primeiro episódio e apesar de eu odiar filmes e séries com aliens até achei interessante recordar estas lagartixas, lol
(Um programa simpático para um serão de Inverno enquanto lá fora chove a potes e faz um frio do caraças!)
Aqui vos deixo um gostinho:
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Pesadelos
Normalmente, sonho bastante durante a noite (e durante o dia também, lol). De manhã, quase sempre me consigo lembrar dos absurdos que me entretiveram durante o sono. Mas o pior de tanto sonhar é que por vezes os sonhos são literalmente pesadelos. Daqueles que nos fazem acordar de sobressalto, com falta de ar e com as pulsações cardíacas em total descontrolo. Esta noite não foi um, mas dois :( E não há nada que me traga tão mau humor logo pela manhã do que uma noite mal dormida e a cabeça cheia de imagens perturbadoras.
Considerando que todos os sonhos trazem consigo mensagens codificadas do nosso inconsciente não consigo evitar tentar compreender as imagens horríficas que me perseguiram à noite. E isso aumenta ainda mais o meu mau humor...
Por isso mesmo, evito ver filmes com imagens fortes antes de ir dormir, pois é certo e sabido que elas vão aparecer sob uma qualquer forma durante a madrugada. E isto chega ao ponto de sonhar com o "Godzilla" após ter visto essa grande banhada de Hollywood ;-p
Por isso a minha companhia antes de ir dormir é o Frasier. Os seus qui pro quos fazem-me sempre soltar umas valentes gargalhadas! O mais curioso é que no episódio de ontem à noite tanto o Frasier, como o Niles e a Daphne, estavam a ter horrendos pesadelos onde viam reflectidos os seus medos... Spooky ;-)
domingo, 4 de outubro de 2009
They´re back!!!
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