domingo, 14 de outubro de 2012

Gordon Ramsay´s Savoy Grill


   Já aqui tinha dito que o Homer adora programas de culinária e que tem os seus cozinheiros de eleição. Assim sendo, fiz-lhe uma surpresa e reservei para irmos almoçar a um dos restaurantes do Gordon em Londres. 
   A comida estava excelente, o local é fino mas não demasiadamente pretensioso e o serviço foi fantástico :-) Foi mesmo uma experiência muito boa a no final da refeição enquanto esperávamos pelo café diz-me ele que esta é a sua medida de sucesso! Há quem compre jipes, ou gaste rios de dinheiro nas lojas do Champs Elysées, nós vamos encher a barriguinha ;-p


Pan fried sea bream with Autumn vegetables


Beef Sirloin with Yorkshire pudding and horseradish cream


Profiteroles with tonka beans ice-cream and chocolate sauce


Lemon curd cheesecake and orange and ginger ice-cream

Frio, brrrr



Ontem à noite verifiquei a previsão do tempo para hoje e decidi deixar a roupa lavada para estender lá fora pois espera-se sol.

Levantei-me cedo e peguei no alguidar para estender a roupa. Senti frio e notei aquele bafo de inverno. Brrrr

Vim para dentro e fui consultar a temperatura. Ah pois, 0 graus..... :-(

Fresquinho......

Posted via Blogaway

sábado, 6 de outubro de 2012

Visita ao mundo mágico de Harry Potter :-)

   No fim-de-semana passado fomos visitar os estúdios Warner Bros onde foram filmados os filmes do Harry Potter. Eu como fã dos livros e dos filmes queria muito fazer a visita e só posso dizer que valeu muuuuuuiiiito a pena :-)
   De repente somos transportados para aquele universo e não conseguimos deixar de nos fascinar com todos os pequenos pormenores. Todos os quadros foram pintados à mão e depois levaram um tratamento de envelhecimento para terem a aparência de séculos, todas as varinhas mágicas foram também feitas à mão e havia uma estante com montanhas delas todas catalogadas pois eram comum perderem-se algumas durante a loucura das filmagens, etc, etc.
   E como uma imagem vale mais que mil palavras aqui vos deixo algumas das muitas fotografias que tirei:


The Great Hall


The Great Hall - As roupas dos nossos heróis no primeiro filme


The Great Hall - A mesa dos professores


O dormitório dos Gryffindor - Curiosamente, as camas foram desenhadas para meninos de 11 anos mas os actores foram crescendo e nos últimos filmes tinham de se encolher bastante para caberem nas camas para as filmagens!


O escritório do professor Dumbledore - Lá atrás, ao pé do escadote, está o chapéu seleccionador


A sala de aula de poções mágicas


A casa do nosso gigante, Hagrid


The Burrow - A casa dos Weasley


The Burrow - A casa dos Weasley


A campa daquele cujo nome não deve ser pronunciado....


Nick Quase Sem Cabeça


Membro do banco Gringotts


Buckbeak


Diagon Alley - Loja dos gémeos Weasley


Diagon Alley - Loja dos gémeos Weasley


Hogwarts

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Macmillan Biggest Coffee Morning


   Na sexta-feira passada tivemos no trabalho um evento para angariar fundos para a instituição de caridade Macmillan Cancer Support. Eu fui responsável pela organização do evento, desde as decorações do local, à venda de bolos, pins, etc.


   Eu fiz um bolo mármore para o bake sale e passado pouco tempo só restava o prato! O melhor de tudo é que hoje contámos o dinheiro e conseguimos angariar 254 libras e 49 pences. Fiquei muito orgulhosa com o resultado pois o dinheiro vai de facto para uma boa causa :-)  

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Afternoon Tea


   Numa tarde de Domingo de frio, chuva e vento nada como uma cházinho quente para nos aquecer a alma! Juntamos a isso este conjunto de iguarias, excelente companhia, boa conversa e muita gargalhada (como de costume!) e temos um final de fim-de-semana perfeito :-)
   
   Cá por casa o aquecimento central já foi ligado e as botas e os casacos já saíram dos armários. Ainda estamos em Setembro mas o Inverno já está aí a espreitar... Hey, gotta love British weather!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Que se lixe a Troika!

   Não costumo escrever acerca das notícias em Portugal mas vou acompanhando o que por lá se vai passando. O facto de viver fora há seis anos não faz com que me preocupe menos ou não me importe com que o estado do país. Não é pelo facto das medidas de austeridade não me afectarem pessoalmente que deixo de ficar indignada quando vejo um país inteiro condenado a um presente e um futuro negro.
   E não é só porque tenho família e amigos que são afectados com a crise e as medidas governamentais. É principalmente porque sou portuguesa e tenho orgulho das minhas raízes! É porque reconheço o nosso potencial, a nossa garra e sinto-os a irem pelo cano abaixo e isso revolta-me.
   Quando decidi emigrar, ainda a "crise" morava longe, embora soubéssemos que ela não estaria longe. Não estava desempregada, não tinha dívidas ou contas em atraso, não estava desesperada ou com a corda ao pescoço. Saí de Portugal pois quis conhecer novas culturas e uma nova ética de trabalho. Quis alargar horizontes e experimentar novos estilos de vida. (E não podia estar mais feliz com a minha decisão...)
   Contudo houve também um factor de desilusão: os boys, os tachos, as cunhas, o viver de aparências, o deixa andar, o requerimento A para obter o formulário B que dá direito ao papel C, o chico-espertismo, sempre foram coisas que causaram urticária!


   Tive pena de não ter podido sair à rua em protesto no passado Sábado e juntar-me aos milhares de portugueses insatisfeitos com o estado do país. Fiquei contudo orgulhosa por tantos terem saído à rua e não se terem limitado a ficarem em casa a reclamar com os seus botões. Fiquei orgulhosa por tudo ter corrido pacificamente. Fiquei orgulhosa por termos demonstrado que nos sabemos unir e lutar por um futuro melhor...


   Hoje a Andorinha falava como o regresso a Amsterdão foi difícil desta vez e como chegava a sentir que estava a abandonar o barco antes de ele se afundar. Estes pensamentos já me visitaram vezes sem conta mas sei que mesmo que eu quisesse voltar (que não quero!) tal não me seria "permitido". Não há perspectivas de emprego, com 35 anos já sou velha para procurar trabalho em Portugal, e a qualidade de vida a que me habituei não seria possível ter em Lisboa.
   Estou fora por opção, não sinto que tenha sido forçada a isso. Não regresso por opção, pois ainda há um mundo a descobrir à minha espera. Mas serei sempre portuguesa, para o bem e para o mal, e irei continuar a ter esperança que o povo da revolução dos cravos tenha força para se impor, se reerguer e mandar os senhores da Troika, do FMI e do governo para um sítio feio, sujo e recôndito!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Trilogias

   Quantas vezes fechamos um livro e ficamos tristes porque acabou? Para combater isso nada melhor do que trilogias, onde podemos viver mais aventuras com a mesmas personagens que nos prenderam e nos conquistaram desde o primeiro momento.
  Nos últimos tempos lancei-me a duas ;-) Primeiro comecei com a famosa trilogia Millenium. Os livros prendem-nos pela acção, pelas peculiaridades da protagonista e pela intriga. Quando terminei o último livro fiquei com vontade de continuar, principalmente sabendo que a intenção do autor era continuar a escrever as aventuras da Salander e do Mikael Blomkvist.
   Vi o filme (versão Hollywood) baseado no primeiro livro e gostei bastante. Houve algumas alterações à história que não fizeram muito sentido para mim mas de qualquer forma achei que estava bastante fiel e muito bem conseguido.

  A trilogia dos Hunger Games começou curiosamente com o filme. Nem sequer me pareceu o tipo de filme que normalmente aprecio mas tinha ouvido boas críticas e fui com os meus colegas ao cinema. Gostei imenso do filme e fui surpreendida pela positiva. Depois do filme a minha colega devorou os livros e deixou-me curiosa.
  Um a um também eu fui papando os livros, que se lêem num instantinho, e fui-me deixando cativar pelas lutas pela sobrevivência destes adolescentes. Zanguei-me com as injustiças, exasperei-me com as voltas e contra-voltas, senti-me orgulhosa com cada vitória.
   É uma história pesada, crua e dura. A amizade e o amor são postos a todo o tipo de provas e nem sempre vencem. O mundo não é cor-de-rosa mas sim preto e branco e não há finais felizes, pois a dor e as marcas que deixam são irreparáveis.
   Apesar de serem livros escritos para jovens adultos, são livros que nos fazem pensar no mundo que nos rodeiam e que nos fazem pensar na nossa própria sociedade.