quarta-feira, 4 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
Os malditos 35...
Se por um lado olho para trás e me parece que ainda ontem era uma miúda: com manias de betinha, de All-Star amarelos, calças de ganga da Chevignon e sweat-shirt das Amarras, no autocarro 38 a caminho do Liceu Pedro Nunes; por outro lado é incrivel tudo o que já vivi e cresci desde então! Todas as experiência boas e más acresceram à pessoa em que me tornei e por isso não voltaria jamais atrás e estou muito grata por 35 anos recheados de amigos, de sorrisos, de sabedoria, de calo!
Contudo, a idade pesa! E isso nem sempre é agradável. Acordar toda podre depois de uma leve noite de copos, os cabelos brancos que insistem em se multiplicar à velocidade da luz, os quilitos que se juntam nas zonas críticas são lixados! E isso não quer necessariamente dizer que não me sinto bem na minha pele, apenas quer dizer que envelhecer sucks! Pessoalmente gostava de poder continuar a crescer intelectualemente mas manter a jovialidade dos 25, lol
Claro que a juventude vem do estado de espírito e esse muitas vezes tem 18 por isso não me assusta assim tanto! Embora a sociedade espere que me comporte como uma adulta não vou deixar de dar as minhas gargalhadas que fazem parar tudo em meu redor, dizer disparates, fazer as minhas palhaçadas que fazem com os meus colegas de trabalho de vinte e poucos anos me digam "tu és pior que nós!".
Enfim, estas divagações tem populado a minha mente nestes dias. Sempre que se aproxima um novo ano questionamo-nos sempre sobre aquilo que efectivamente alcançámos em comparação com os planos que desenhámos na areia. É sempre com alegria que descubro que alcancei coisas de todo inesperadas! E enquanto assim for, venha mais um anito :D
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Força Portugal!!!
Eu não percebo nada de futebol. Apenas conheço o nome dos jogadores mais conhecidos e mesmo assim nem sempre sei qual o clube em jogam. Contudo, torço sempre pela nossa selecção!
A sensação de pertença, identidade e patriotismo quando vemos aqueles 11 rapazes a correr atrás da bola é algo inexplicável. Emociono-me ao ouvir o hino e grito com cada golo.
No Sábado juntámo-nos a um grupo de amigos tugas e fomos ver o jogo a um pub. Fiquei triste e desiludida pela derrota e pessimisticamente pensei que iríamos de malas aviadas para casa. Hoje o jogo foi diferente e deu-me esperanças. Agora é esperar por Domingo e torcer com muita força para que passemos à segunda fase.
Numa época em que se fala tanto em FMI, Troika, Crise e afins que ao menos estes rapazes ridiculamente "bem pagos" tragam alguma alegria à malta!
domingo, 10 de junho de 2012
"A Febre de Sábado"
Os meus amigos trouxeram-me o novo CD da Mafalda, pois da última vez que eu estive em Portugal ainda não tinha sido lançado. Nos últimos dias as minhas viagens de carro têm tido a sua música como minha companhia. Como já aqui tinha dito, eu adoro Mafalda Veiga e talvez por isso tenha sido inevitável alguma nostalgia...
Bom Fim-de-Semana :-)
terça-feira, 5 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
Os Sonhos
A vida vai girando e sorrateiramente vai-nos afastando dos nossos sonhos de sempre. Outros sonhos vão surgindo e alguns são alcançados dando lugar à ilusão que tudo nos corre de feição.
Contudo muitos são os sonhos que vão ficando pelo caminho, esquecidos, abandonados, como se jamais tivessem importado. E a gente vai vivendo, vai sonhando, vai esquecendo e vai seguindo pelo caminho que nos é imposto pelas circunstâncias.
Por vezes sentimos o vazio, um grito abafado de lá longe que nos faz lembrar os tais sonhos, guardados num canto esquecido, cobertos agora de poeira e de teias de aranha. A nostalgia aperta mas fazemos por esquecê-la concentrando-nos em metas mais acessíveis e seguimos caminhando.
Mas o caminho não é linear e damos voltas e voltas para muitas vezes voltarmos à mesma casa de partida. Afinal o sonho ainda persiste, a sua pequena chama ainda brilha no fundo do nosso coração e perante a evidência não o podemos mais ignorar. E sonhar traz consigo um preço demasiado elevado. O preço da desilusão e do fracasso é assustador e o medo limita-nos os passos.
É mais fácil esquecer do que arriscar. É mais confortável olhar para o exterior ao invés de ver o que nos vai cá dentro.
E depois, há sonhos com vida própria que não nos permitem desistir, que gritam alto dentro de nós e tropeçam no nosso caminho nos momentos menos oportunos. São aqueles que nos definem, que nos dão sentido de ser e pelos quais temos mais a perder.
Enchendo o peito de ar, respiro fundo e expiro soprando a poeira que se acumulou em ti. Com carinho pego em ti e restituo-te o teu esplendor. Trago-te assim comigo num coração aberto embora tema que a qualquer momento possas destruir a frágil estabilidade que julguei ter alcançado.
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