sábado, 4 de fevereiro de 2012

Mamas

Noutro dia cruzei-me com este texto (aqui) e para além de me rir com a situação identifiquei-me totalmente. Ora para mim, que não saí ao pai no departamento das mamas, é muito difícil encontrar um soutien que cumpra a sua função de suporte e conforto e que seja bonitinho. Todos os soutiens giros que encontro são almofadados e a última coisa que eu preciso é de mais volume ;p
Depois há aqueles que têm uma copa com um corte muito giro mas que me deixa metade da mama de fora, o que para além do desconforto representa o risco de vazar a vista a alguém inadvertidamente! Os push-up e os wonder bra são outra missão impossível para mim visto que não quero ser uma Pamela Andersson ou uma Dolly Parton (venha o diabo e escolha).
Entrar em lojas como a Oysho ou a Women´s Secret é sempre uma desilusão. Tanta coisa gira mas nada que me suporte as mamas e lá venho eu com mais um pijama no saco. Gostava de poder comprar um soutien às bolinhas, um cor-de-rosa com borboletas, um cheio de rendinhas e plumas tipo sexy mais sexy não há e não ter que me dirigir à secção da terceira idade da Triumph.
Exageros à parte, a moda devia ser feita para mulheres de verdade, de tamanhos diversos, com ou sem curvas, com ou sem mamas, sem nos fazerem sentirem como seres de outro planeta por não correspondermos ao ideal de beleza e tamanho que malta que não sabe o que é um bom bife decide!

Diz que vem por aí neve...



O lago já está congelado há uns dias...

Quando ouço a malta da Lisboa a queixar-se do frio dá-me sempre vontade de rir. Tudo o que está acima de zero é alegria para mim ;-)



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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mais uma estrelinha a olhar por nós


Desde cedo que comecei a lidar com a morte na minha família. Talvez por ter uma família numerosa, talvez por ambos os meus pais serem os filhos mais novos (eu também sou a mais nova...), talvez por infortúnio. Alguns morreram de velhice, outros de doença, alguns de acidente, uns estupidamente novos, outros que ainda queriam viver mais um par de anos.
Com o tempo aprendi a aceitar mais serenamente estas partidas. Não que deixe de doer, não que passe a fazer sentido mas simplesmente reajo com maior tranquilidade e lido melhor com o facto de que sou impotente perante a grandeza do fim...
Hoje mais um querido se juntou ao meu céu estrelado. Estou triste, sinto um vazio no coração e um nó apertado na garganta. Sei que as saudades irão crescer à medida que o tempo passa mas estou serena. Em especial, por saber findo o seu sofrimento.
Quero acreditar que tudo se transforma e que à sua espera estará quem ele mais quer encontrar... Não no céu ou inferno que nos querem pintar, não de uma forma idílica em que todos vestem togas brancas compridas e se passeiam por belos jardins. De um modo inexplicável, desconhecido, etéreo. Algo que sei que não posso compreender...
Não pode haver morte definitiva enquanto alguém viver no nosso coração e no nosso pensamento...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O pensionista Cavaco


Já aqui tinha dito o quanto gosto do Vasco Palmeirim?! É o meu herói, lol

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Fim-de-semana em grande!


No Sábado fomos até Londres comer uma francesinha. Isto de ser emigrante tem destas coisas, e como as saudades apertam no estômago, convencemos o Homer, benfiquista ferrenho, a ir à Casa do Porto (e obrigámo-lo a deixar o cachecol do Glorioso em casa, lol). A companhia como sempre foi excelente, muita conversa, muita gargalhada, muito disparate e muita conversa séria.
A vizinha do lado tinha-nos convidado para jantar e nós aceitamos com muito gosto. Ora, há que cultivar boas relações com os vizinhos. A senhora é das Honduras e o marido é inglês (daqueles puramente british). Quando lá chegámos nem queríamos acreditar na diversidade de nacionalidades e culturas que eles tinha conseguido juntar: uma venezuelana, um cubano chamado Fidel, uma francesa, uma canadiana, um americano, dois sul-africanos e dois tugas! A conversa surgiu sempre naturalmente e a comida, ai senhores a comida!, estava de comer e chorar por mais. A senhora fez as suas próprias tortillas e enchiladas. O processo leva horas mas o resultado final vale bem a pena (isto do ponto de vista de quem sentou e comeu!). Foi uma noite muito bem passada.
No Domingo ficámos na ronha até tarde e depois fomos beber café com a minha prima e com a família do marido dela que vivem aqui perto. Não os conhecia mas são gente bem-disposta, de coração aberto e mesa farta, à boa maneira portuguesa! O cafézinho prolongou-se até às sete com muita conversa pelo meio, claro está!

Quando chega a segunda-feira custa a voltar à rotina mas pelos menos fica a certeza de termos aproveitado bem os dias de folga :-)